Reflexão para o domingo, 20 de setembro

Referente à perícope do Evangelho de Mateus 6, 19-34

Aprendemos na vida como juntamos tesouros na Terra — dinheiro, poder, influencia… A nossa imaginação não tem limites. Todos eles estão submetidos à morte terrena. Eles estão ligados ao príncipe deste mundo.
Como são os tesouros nos céus?
Diferentemente dos tesouros terrenos, eles não são visíveis. Eles não são submetidos às forças do nosso mundo terreno. Eles vão além do alcance da morte.
As nossas vivências e experiências vão nessa direção. Principalmente quando elas ajudam nosso desenvolvimento. Através do nosso desenvolvimento forma-se a essência da nossa vida que vai se ligar a nosso ser eterno. Assim são formados tesouros nos céus.
Na vida religiosa, trabalhamos com essas mesmas qualidades. Na celebração dos sacramentos, trazemos as forças dos céus para a Terra, possibilitando sua atuação no mundo terreno. Para isso, unimos as forças celestes àquilo que de melhor podemos oferecer. Por meio dessa união, também criamos tesouros para os céus. Esses tesouros estão ligados às forças celestes, à atuação das hierarquias e do Cristo.
Precisamos decidir, sempre de novo, se queremos nos ligar ao príncipe deste mundo ou ao Cristo, e se queremos alcançar tesouros na terra ou trabalhar para os tesouros nos céus.

Julian Rögge