Reflexão para o domingo, 31 de agosto de 2025

 Referente à perícope do Evangelho de Marcos 7, 31-37

Em diferentes momentos da vida podemos ter a vivência de não poder falar, de sermos incapazes de nos expressar. Da mesma forma acontece com o nosso ouvir, com a capacidade de entender o outro.

Essas vivências de incapacidade são multiplicados pelo mundo em que vivemos, que fica cada vez mais barulhento, confuso e corrido. Esse mundo nos puxa muito para fora, para longe do centro do nosso ser eterno.

Para curar o surdo-mudo, Cristo o tira da multidão. Ele o leva para si mesmo, para a solidão. Aí acontece o encontro íntimo com o Cristo e a cura.

Para podermos falar e ouvir bem, de vez em quando precisamos nos retirar do mundo. Precisamos estar sozinhos. Nessa solidão, há a possibilidade do encontro com o Cristo e a cura. Através desse encontro, se fortalece nosso ser eterno, nossa individualidade. 

Assim fortalecidos, podemos nos abrir novamente para o mundo e encontrar o outro. Com isso, recuperamos a força para entender e a possibilidade de sermos entendidos.

Julian Rögge

Reflexão para o domingo, 24 de agosto de 2025

Referente à perícope do Evangelho de Lucas 18, 35-43

Podemos parar, “no grito”, a correnteza de um rio? Normalmente quem está sentado à margem percebe o movimento das águas, percebe como tudo flui diante de si, mas não tem poder para freia-las.

Existe, porém, um rio onde alguém à margem, num ímpeto de vontade, consegue por instantes, frear o fluxo!

Nosso sangue circula numa corrente ininterrupta durante toda nossa vida. No entanto, este, que está sentado à margem, consegue no grito – esse grito se chama sístole – interromper o fluxo e assim, ao trazê-lo para a margem, começa a dialogar com ele e no instante seguinte – que se chama diástole – o que se encontra à margem – a quem chamamos coração – interrompe seu grito e ouve o que aquele que foi tirado do fluxo tem para dizer-lhe:

Por que me interrompeste?

Que queres de mim?

E o coração, cego para tantas coisas, mas vidente para o que de fato importa, responde àquele que flui na corrente de vida do sangue, mas que, por instantes, foi retirado do seu fluxo:

Dize-me, o que contas de lá, de onde tu vens?

Conta-me, ainda, aonde vais?

E o que foi retirado do rio responde:

Vem, segue-me e tu verás!

E o cego da margem percebe que na verdade não era cego, nem nunca esteve fixado a lugar algum, mesmo que alguns de fora insistissem em dizer que ele deveria ficar quieto, imóvel no seu lugar de costume.

Pois, em verdade, o coração vidente sabe que, com seu grito, pode frear o rio; e que pode também, sempre que queira abrir os ouvidos, seguir o sutil fluxo da vida, quando aprende a olhar na direção certa.

Renato Gomes

Pastor da Comunidade de Cristãos de Campinas

Reflexão para o domingo, 24 de agosto de 2025

Referente à perícope do Evangelho de Lucas 18, 35-43

Podemos parar, “no grito”, a correnteza de um rio? Normalmente quem está sentado à margem percebe o movimento das águas, percebe como tudo flui diante de si, mas não tem poder para freia-las.

Existe, porém, um rio onde alguém à margem, num ímpeto de vontade, consegue por instantes, frear o fluxo!

Nosso sangue circula numa corrente ininterrupta durante toda nossa vida. No entanto, este, que está sentado à margem, consegue no grito – esse grito se chama sístole – interromper o fluxo e assim, ao trazê-lo para a margem, começa a dialogar com ele e no instante seguinte – que se chama diástole – o que se encontra à margem – a quem chamamos coração – interrompe seu grito e ouve o que aquele que foi tirado do fluxo tem para dizer-lhe:

Por que me interrompeste?

Que queres de mim?

E o coração, cego para tantas coisas, mas vidente para o que de fato importa, responde àquele que flui na corrente de vida do sangue, mas que, por instantes, foi retirado do seu fluxo:

Dize-me, o que contas de lá, de onde tu vens?

Conta-me, ainda, aonde vais?

E o que foi retirado do rio responde:

Vem, segue-me e tu verás!

E o cego da margem percebe que na verdade não era cego, nem nunca esteve fixado a lugar algum, mesmo que alguns de fora insistissem em dizer que ele deveria ficar quieto, imóvel no seu lugar de costume.

Pois, em verdade, o coração vidente sabe que, com seu grito, pode frear o rio; e que pode também, sempre que queira abrir os ouvidos, seguir o sutil fluxo da vida, quando aprende a olhar na direção certa.

Renato Gomes

Pastor da Comunidade de Cristãos de Campinas

Reflexão para o domingo, 17 de agosto de 2025

Referente à perícope do Evangelho de Lucas 9, 1-17

Imaginemos a flor do campo. O destino a enviou àquele solo, o vento trouxe a semente da qual nasceu. Ali — sem esforço calculado — cresceu, floresceu e ofereceu sua beleza a todos os que por ali passavam. Chegou ao auge de seu esplendor e, sem preocupação alguma, entregou suas sementes a um futuro que não planejou.

Quando Jesus envia os discípulos, Ele antes lhes dá poder sobre os espíritos impuros e sobre as doenças — um poder que não brota deles próprios, mas que lhes é concedido. E então lhes ordena: “Não leveis nada convosco, nem pão, nem alforje, nem dinheiro; apenas a roupa do corpo.” Podemos tentar imaginar o que significa isso: sair despojados de toda segurança, sem provisões, sem reservas, sem cálculos antecipados. Isso contrasta fortemente com nossa época, em que prevalece a chamada ‘lei de Murphy’: “se algo pode dar errado, dará.” Nossa civilização se molda sobre a prevenção, sobre o seguro, sobre o planejamento do conforto — não apenas para sobreviver, mas para viver supostamente bem.

Mas o Evangelho nos aponta noutra direção. Ele nos convida a viver com confiança total no Cristo, a confiar no guia espiritual que tudo vê, a ousar caminhar na fé em vez de no medo. O envio dos discípulos não é um apelo à imprudência, mas ao despojamento interior: não depender daquilo que acumulo, mas da força que me é dada. É claro que tomamos cuidados no dia a dia, e não precisamos abrir mão deles de forma literal. Mas Jesus nos mostra que a questão é mais profunda: trata-se da atitude do coração. Eu posso preparar o necessário, mas o essencial é manter o coração livre de prevenções, despojado de apegos, disponível para o próximo.

Todos nós, desde o nascimento, somos enviados. O destino nos conduz aos nossos irmãos e irmãs, não importa qual seja nossa ocupação ou missão. Cada encontro humano é como chegar à casa de um anfitrião: recebemos o que ali houver, sem exigências, e nossa única tarefa é anunciar o Evangelho da paz e curar a dor, a ferida, a solidão, a desesperança. Assim como a flor do campo que cresce, floresce e entrega suas sementes ao vento sem querer retê-las, somos chamados a esse despojamento: a viver confiantes, livres de pesos interiores, desapegados das seguranças que nos paralisam. Cristo nos envia, e no envio está a promessa: o que nos é necessário nos será dado.

Carlos Maranhão

Reflexão para o domingo, 10 de agosto de 2025

Referente à perícope do Evangelho de Lucas 15, 1-32

Visão de Hildegarda von Bingen, século XII

O mundo espiritual não perde de vista a sua criação, todo o Universo! Ele deve ser preservado. Não se deve medir esforços para preservá-lo, como o palco para 

ameaça a evolução do mundo, para a vida. Hoje, urge essa responsabilidade em relação ao mundo, é mesmo indispensável diante da destruição e poluição dos recursos naturais, da injustiça social, da de morte da humanidade e do planeta Terra.

O mundo espiritual se assemelha ao bom pastor na procura da ovelha perdida e à dona de casa incansável na procura da moeda perdida. Ambos não medem esforços para encontrar o que foi perdido ou o que está ameaçado, para conseguir colocá-lo em segurança. O sol também brilha todos os dias por todas as partes, apesar de todas as aberrações humanas, revitaliza a atmosfera da Terra e a natureza. Hoje, muitas pessoas avaliam se vale a pena ser feito algum esforço, se traz vantagens. A iniciativa humana vem se enfraquecendo cada vez mais, enquanto que cresce a maneira de calcular e estimar as vantagens a serem alcançadas. 

No entanto, os critérios do mundo espiritual são outros: uma grande alegria o preenche quando uma única pessoa que o negava consegue despertar novos sentidos para o mundo divino. E então, na terceira parábola, o motivo da perda não se refere mais a uma posse – seja da moeda ou da ovelha – mas a um ser vivo, ao filho que sozinho gastou toda a sua herança num país estrangeiro e lá se encontra esfomeado e ameaçado da morte.

O mais alto patrimônio do mundo espiritual é a vida e ela, por sua vez pode, ser renovada pela consciência da humanidade sobre sua origem e meta divina, sobre a origem e meta divina de todo o Universo. O filho é o portador da consciência. Ele deve reconhecer o Pai como uma fonte de vida. Não é o Pai que vai encontrar o filho perdido, que pelo seu comportamento escapou da sua mira. O filho é o que, em liberdade, se coloca a caminho do Pai e consciente de sua culpa se confessa a ele. É assim que a vida é renovada e o mundo espiritual se coloca pronto para sacrificar e não apenas para manter a sua criação no mesmo nível, mas também elevar a vida a um nível superior. 

O homem pode se tornar o portador de uma consciência espiritual, a partir da qual jorra uma nova fonte, a da vida eterna. O mundo espiritual está esperando a iniciativa humana de querer corresponder à sua origem espiritual se reunindo e colaborando com todos os seres vivos no céu e na terra num grande projeto. Um festival para formar uma nova criação, uma nova humanidade e uma nova Terra. Um festival onde, em coro, a humanidade e as hierarquias celestes entoam um novo cântico jubiloso. Para isso, temos vindo ensaiando as celebrações das festas cristãs e contamos com a colaboração de cada um!

Helena Otterspeer

Reflexão para o domingo, 03 de agosto de 2025

Referente à perícope do Evangelho de Mateus 7, 1-14

Naturalmente nós nos percebemos como centro da nossa vida. Olhamos

desse centro para o mundo. Por isso, percebemos primeiro as falhas dos

outros e não as nossas.

Mudar essa perspectiva e olhar do mundo para nós é muito mais difícil. Por

isso, temos mais dificuldades de enxergar nossos próprios erros.

A ligação com o Cristo nos ajuda a mudar essa perspectiva. Seguindo o

exemplo dele, superamos nosso egocentrismo e começamos a olhar para as

necessidades do mundo. Mudamos a perspectiva.

Isso também nos dá a possibilidade de olhar com mais clareza para nós

mesmos. Assim, pode surgir a pergunta: O que preciso transformar em

mim para transformar o mundo?

Julian Rögge

Reflexão para o domingo, 20 de julho de 2025

Referente à perícope do Evangelho de João 1, 35-39

No primeiro capítulo do Evangelho de João (1, 35-39) lemos o seguinte:

No dia seguinte João [Batista] estava outra vez ali, e dois dos seus discípulos estavam com ele. Vendo Jesus passar, disse João: Eis aqui o Cordeiro de Deus. Os dois discípulos ouviram-no dizer isto, e seguiram a Jesus.

E Jesus, voltando-se viu que eles o seguiam e lhes disse: Que buscais? E eles perguntaram: Rabi, onde ficas?

Ele lhes disse: Vinde, e vede. Foram, e viram onde se encontrava, e ficaram com ele aquele dia; e era já quase a hora décima.

O que fizeram os dois discípulos de João Batista? Viram, ouviram, seguiram. O que fez Jesus? Voltou-se, viu, perguntou. Os discípulos dirigem inicialmente sua atenção – seu olhar – a um acontecimento externo, algo que ocorre no mundo. A seguir, tornam-se mais introspectivos, pois ouvir, neste contexto, significa não apenas uma mera percepção auditiva, mas que o que foi ouvido, foi compreendido e que puderam refletir sobre o significado do que foi falado. A palavra de João foi ouvida por seus discípulos e reverberou em suas almas. Reverberou a tal ponto que tomaram uma decisão: eles decidiram se pôr em movimento: seguir.

Há, aqui, três momentos. A percepção atenta, a reflexão cognitiva-intuitiva e a decisão de fazer algo. Vemos muitas coisas ao longo do nosso dia, mas a maior parte do que vemos, esquecemos. Não deixa maiores impressões em nós. Entretanto, pode vir a acontecer que algo que percebemos fora nos chame a atenção. Podemos levar essa impressão para dentro de nós e começar a vivenciá-la internamente. Deixar que reverbere em nós. A partir desse “diálogo silencioso” que acontece em nossa alma, pode surgir a questão: Isso me interessa? Isso tem uma relação comigo? Ou ainda, quero que isso faça parte da minha existência?

A partir dessa experiência – que algumas vezes acontece de maneira tão rápida e espontânea! – pode nascer o impulso: a isto eu quero seguir. E neste instante iniciamos um caminho novo na vida! O movimento dos discípulos não passou despercebido a Cristo: Ele “voltou-se”! Antes mesmo de “ver” quem lhe seguia, ele voltou-se! Pareceria que o movimento (externo e interno) dos discípulos em direção a Cristo é o que provoca esse “voltar-se”, como duas forças que ao se aproximarem se atraem. Então Jesus os vê, os percebe com maior intensidade e formula a pergunta: Que buscais? O que os discípulos respondem, na verdade, não é uma resposta, mas uma nova pergunta: Onde ficas? A pergunta de Cristo os leva a formular sua própria pergunta: o que os havia colocado em movimento? Saber onde está o Cristo, onde se encontra.

Mas Cristo não fica parado, não permanece estático. Ele está sempre em movimento: Vinde… continuem em movimento! E então tudo começa de novo: …e vede!

Buscar a Cristo, significa querer caminhar com Ele, para começar a ver o mundo com novos olhares, ouvir e refletir com profundidade e tomar decisões que abram novos caminhos e que importem na vida!

Renato Gomes 

Reflexão para o domingo, 13 de julho de 2025

Referente à perícope do Evangelho de Mateus 11, 2-15

Tríptico de Hans Memling (1479) para a igreja anexa ao hospital Sint-Janhospitaal em Bruges, Bélgica. Tema: O casamento místico com o menino Jesus – segundo o sonho de Santa Catarina (à esquerda, ao pé de Maria na imagem central).

A morte de João Batista, decapitado na asa à esquerda e o desvendar do futuro no apocalipse a João Evangelista na ilha de Patmos, na asa à direita.

Atrás de Maria no centro: João Batista à esquerda e João Evangelista à direita. Ao pé de Maria à direita, Santa Bárbara que contra a vontade do pai se converteu ao cristianismo e foi batizada por João Batista em sonho.

No final de um dia ou mesmo próximo ao portal da morte, olha-se retrospectivamente para a trajetória percorrida e a pergunta aparece: o que posso colher como fruto desse  percurso respectivamente? Pode parecer diante da paisagem dos imensos desafios do destino e das crises globais que pouco se conseguiu realizar. O que diria o mundo espiritual, o que diria o Cristo ao contemplar essa trajetória, o que diria a consciência elevada do próprio ser humano?

Cristo olha, sobretudo, para as conquistas da alma – quando permeada pelas forças da ressurreição – permitindo que o ser humano possa transformar a sua natureza terrena enquanto corpo, alma e espírito e irradiar forças sanadoras para a humanidade e para a Terra. Quiçá essas conquistas pareçam insignificantes diante das sérias crises no palco dos acontecimentos. No entanto, para o mundo divino, elas têm um grande significado para o futuro.

A substância de vida e luz de Cristo na alma é levada para o sono na noite ou para a vida pós-morte respectivamente e a consolidará e fortificará para que supere os desafios, que com necessidade férrea tem que ocorrer no futuro para a espiritualização do ser humano e da Terra.

Da prisão – pouco antes de sua morte – João Batista envia seus discípulos para saber de Jesus Cristo se ele é realmente o Messias esperado. Ele recebe a resposta de que o atendimento do seu clamor de transformação se cumpriu e que o reino dos céus em Cristo e nos seus enviados discípulos já está atuando na Terra. Essa boa notícia, certamente, não modificou a situação ameaçadora de João Batista na prisão, mas o fortaleceu na hora da sentença de sua morte. Mesmo depois da morte, João Batista ainda continua colaborando com o Cristo na medida em que – com seu espírito – mantém o círculo dos discípulos coeso à sua volta. O espírito de João Batista no âmbito pós-morte com certeza se une ao espírito de Lázaro durante o seu sono de morte antes de ser despertado por Jesus Cristo para a nova vida. Lázaro ressuscitado se torna então Lázaro João, o discípulo amado e testemunha da morte da Cruz e da atuação futura do Filho do Homem, do Jesus Cristo ressuscitado, na evolução da humanidade, segundo o Apocalipse.

Como João Batista, na sua elevada consciência espiritual, coloquemo-nos à disposição da obra de Cristo. Ele nos acompanha e nos consola no árduo caminho, mas prometedor do futuro e poderá nos transformar num novo discípulo e apóstolo, como no exemplo de João Evangelista.

Helena Otterspeer

Reflexão para o domingo, 06 de julho de 2025

Referente à perícope do Evangelho de Mateus 3, 1-17

Ao observamos uma fogueira, percebemos como o fogo queima a madeira. Ao final, só

sobram as cinzas. A madeira foi transformada pelo fogo em cinzas. Como adubo, essas

cinzas têm o potencial de possibilitar uma nova vida, um novo começo.

O batismo do Espírito e do fogo passa por um processo parecido. Contudo, ele precisa

da nossa participação ativa. O que eu preciso queimar, transformar em mim? O que

precisa ser queimado para dar espaço para o novo, para possibilitar um novo começo?

Na oração e no Ato de Consagração do Homem, somos chamados a acender esse fogo.

Com ele, podemos nos transformar e nos tornar um “adubo” para o mundo,

possibilitando o novo dentro e fora de nós.

Assim, com a transformação pelo fogo interno, nós nos preparamos para receber o

batismo do Espírito.

Julian Rögge

Reflexão para o domingo, 15 de junho de 2025

Referente à perícope do Evangelho de João 3, 1-21

Como nascemos do Espírito?

Cristo usa a imagem do vento para falar sobre o Espírito. Não sabemos de onde o vento vem nem para onde ele vai. Mas o ouvimos.

Não sabemos de onde vem o Espírito e para onde ele vai. Podemos nos preparar para ouvi-lo. Momentos de silêncio, de reflexão e de oração nos ajudam para isso. Neles, nós nos abrimos para que o vento do Espírito possa nos encontrar.

Nesses momentos, podemos sentir a presença do Espírito. Vivenciamos isso como um acordar ou como uma nova clareza. Ela nos ajuda para as dúvidas e questões do dia a dia, mas também para as grandes perguntas do nosso destino.

Quando acordamos para as nossas tarefas de vida, para o nosso destino, é como um novo nascimento. Um nascimento do Espírito.

Julian Rögge