Referente à perícope do Evangelho de Mateus 3, 1-17
Ao observamos uma fogueira, percebemos como o fogo queima a madeira. Ao final, só
sobram as cinzas. A madeira foi transformada pelo fogo em cinzas. Como adubo, essas
cinzas têm o potencial de possibilitar uma nova vida, um novo começo.
O batismo do Espírito e do fogo passa por um processo parecido. Contudo, ele precisa
da nossa participação ativa. O que eu preciso queimar, transformar em mim? O que
precisa ser queimado para dar espaço para o novo, para possibilitar um novo começo?
Na oração e no Ato de Consagração do Homem, somos chamados a acender esse fogo.
Com ele, podemos nos transformar e nos tornar um “adubo” para o mundo,
possibilitando o novo dentro e fora de nós.
Assim, com a transformação pelo fogo interno, nós nos preparamos para receber o
batismo do Espírito.
Julian Rögge