Reflexão para o domingo, 06 de julho de 2025

Referente à perícope do Evangelho de Mateus 3, 1-17

Ao observamos uma fogueira, percebemos como o fogo queima a madeira. Ao final, só

sobram as cinzas. A madeira foi transformada pelo fogo em cinzas. Como adubo, essas

cinzas têm o potencial de possibilitar uma nova vida, um novo começo.

O batismo do Espírito e do fogo passa por um processo parecido. Contudo, ele precisa

da nossa participação ativa. O que eu preciso queimar, transformar em mim? O que

precisa ser queimado para dar espaço para o novo, para possibilitar um novo começo?

Na oração e no Ato de Consagração do Homem, somos chamados a acender esse fogo.

Com ele, podemos nos transformar e nos tornar um “adubo” para o mundo,

possibilitando o novo dentro e fora de nós.

Assim, com a transformação pelo fogo interno, nós nos preparamos para receber o

batismo do Espírito.

Julian Rögge